Para acessar cada um dos Blogs do Painel do Paim, basta clicar no nome do Blog, cuja relação apresentamos, a seguir:
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Escolha e leia um ou mais dentre os 600 Blogs do PaineL do PaiM
Para acessar cada um dos Blogs do Painel do Paim, basta clicar no nome do Blog, cuja relação apresentamos, a seguir:
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Amazônia do Brasil (Senador Cristóvão Buarque)
Amazônia do Brasil

Durante debate recente em uma Universidade,
nos Estados Unidos,
o ex-governador do Distrito Federal e ex-Ministro da Educação,
Senador Cristovam Buarque, foi
questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo
nos Estados Unidos,
o ex-governador do Distrito Federal e ex-Ministro da Educação,
Senador Cristovam Buarque, foi
questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo
que esperava a resposta de um humanista
e não de um brasileiro.
Segundo Cristóvão, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como
Segundo Cristóvão, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como
o ponto de partida para a sua resposta:
" De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria
" De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria
contra a internacionalização da Amazônia.
Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação
Como humanista, sentindo o risco da degradação
ambiental que sofre a Amazônia,
posso imaginar a sua internacionalização,
como também de tudo o mais que tem
importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma óptica humanista,
Se a Amazônia, sob uma óptica humanista,
deve ser internacionalizada, internacionalizemos
também as reservas de petróleo do mundo inteiro.
O petróleo é tão importante para o bem-estar
O petróleo é tão importante para o bem-estar
da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro.
Apesar disso, os donos das reservas sentem-se
Apesar disso, os donos das reservas sentem-se
no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo
e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos
deveria ser internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos,
Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos,
ela não pode ser queimada pela vontade de um dono,
ou de um País.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego
provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na
volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas a França.
Cada museu do mundo é guardião das mais
Cada museu do mundo é guardião das mais
belas peças produzidas pelo gênio humano.
Não se pode deixar esse patrimônio cultural,
Não se pode deixar esse patrimônio cultural,
como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado
e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um País.
Não faz muito, um milionário japonês,
proprietário ou de um País.
Não faz muito, um milionário japonês,
decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre.
Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas
Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas
estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns
presidentes de países tiveram dificuldades em
comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
Por isso, eu acho que Nova York, como sede das
comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
Por isso, eu acho que Nova York, como sede das
Nações Unidas, deve ser internacionalizada.
Pelo menos Manhatan deveria pertencer
a toda a Humanidade.
Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres,
Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres,
Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,
com sua beleza específica, sua história do mundo,
deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia,
deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia,
pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais
nucleares dos EUA.
nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes
de usar essas armas, provocando uma destruição
milhares de vezes maior do que as lamentáveis
queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência
Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência
dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar a
s reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir
Comecemos usando essa dívida para garantir
que cada criança do mundo tenha possibilidade
de COMER e de ir a escola.
Internacionalizemos as Crianças tratando-as,
todas elas, não importando o país onde nasceram,
como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazônia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças
Quando os dirigentes tratarem as crianças
pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade,
eles não deixarão que elas trabalhem quando
deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização
Como humanista, aceito defender a internacionalização
do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar
como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa.
Só nossa ! "






Curso de História para o Vestibular. Inteiramente grátis!
[ Assine o livro de visitas! ] - [ Veja quem já assinou]
domingo, 22 de maio de 2011
Reunião França-Brasil História da Medicina - 1o. Comunicado
Reunião França-Brasil História da Medicina - 1o. Comunicado
Veja o clichê do Comunicado no final da seguinte matéria:
Professor de medicina da UEA, João Bosco Botelho, será o primeiro otorrinolaringologista honoris causa da América Latina
Com extensa formação acadêmica, mais de 200 publicações científicas e 15 livros no currículo, o professor do curso superior de medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), João Bosco Botelho, 62 anos, será o primeiro médico otorrinolaringologista da América Latina a ser titulado doutor “honoris causa”. A honraria será atribuída pelo governo francês, em junho, em virtude da atuação relevante e dos serviços prestados pelo profissional amazonense.
Fotos: Nonato Duarte / AGECOM
--
Especializado em cirurgias de cabeça e pescoço, além de possuir diplomas de doutorado, pós-doutorado e livre-docência, Botelho desenvolve, atualmente, em conjunto com alunos da UEA e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), pesquisa premiada internacionalmente sobre bócios (aumento da glândula de tireóide) amazônicos. Ele também chefia o Departamento de Ensino Pesquisa da Fundação Adriano Jorge (FHAJ).
Na avaliação do professor, o reconhecimento do título “honoris causa”, em nível internacional, poderá impulsionar o cenário da medicina acadêmica local, ao fortalecer a comunidade científica do Estado. “Esse título pode representar maior agregação e entusiasmo de estudantes da área. Apesar de ser uma atribuição individual, isso é fruto de um trabalho coletivo”, defende.
Botelho, que construiu a carreira com apoio predominante de entidades públicas de ensino, afirma que a estrutura da rede de saúde mantida pelo Governo do Amazonas também cumprem papel relevante na conquista do título. “Considero ter uma dívida com o Poder Público porque nunca gastei um tostão. Sou um produto do investimento do Estado na formação de valores, o que me dá certeza de que preciso continuar esse legado na UEA e no Adriano Jorge”.
Atuação
Entre os principais trabalhos feitos na UEA, onde ministrou a aula inaugural do curso de medicina, em 2001, João Bosco Botelho orientou estudo (em curso) produzido no laboratório de biotecnologia da instituição sobre a genética de bócios amazônicos. “Identificamos em portador de bócio de grande volume que o problema não foi ocasionado só pela falta de iodo e, por isso, ganhamos um prêmio na Suíça”, lembra.
Na FHAJ – hospital-escola mais procurado da região Norte que recebe cerca de 800 estudantes de universidades públicas e privadas anualmente –, o professor liderou o processo de implantação, em parceria com universidades francesas, do programa de residência médica em otorrinolaringologia. A modalidade também foi levada ao Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) e outra unidade de saúde privada.
Currículo
João Bosco Lopes Botelho é natural de Manaus, Amazonas. Graduou-se em medicina, em 1972, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Fez doutorado em otorrinolaringologia e cirurgia cérvico-facial na Universidade de Paris VI Pierre et Marie Curie, em 1981, e pós-doutorado na Universidade de Paris VII Denis Diderot. Em 1999 obteve a livre-docência na Faculdade de Medicina de Valença, sendo o único do Estado com esse tipo de diploma.
É professor titular aposentado orientador dos programas de mestrado e doutorado em Biotecnologia da Ufam. Ao longo da carreira, acumula diversas premiações, entre as quais a Medalha da Universidade do Porto; Medalha Frans Escher da Sociedade Suíça de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial; e Prêmio da Sociedade Francesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial.
Fotos: Nonato Duarte / AGECOM
--
Thiago Barros
Assessor de comunicação
Agência de Comunicação do Governo do Amazonas | Agecom
(92) 8153 7004


Assinar:
Postagens (Atom)
